
Marcos Pereira deve executar pena por homicídio triplamente qualificado em regime fechado. Transgressão ocorreu em 2009; julgamento de 2015 chegou a ser anulado. Tratante é sentenciado a mais de 20 anos por homicídio da ex-esposa em Juiz de Fora
O negociante Marcos André Cavanellas Pereira foi sentenciado a 22 anos de reclusão pelo homicídio da ex-esposa, Jomara Rodrigues Amaral, em 2009. A decisão foi tomada depois quase dez horas de julgamento no Fórum Benjamim Colucci, em Juiz de Fora, nesta terça-feira (17).
O juiz determinou que o réu deve executar a pena em regime fechado. Ele foi sentenciado por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, com crueldade e sem chance de resguardo da vítima. O juiz, negou o recta de Marcos recorrer em liberdade. Conforme perfeito pelo G1, atualmente, ele estava morando em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.
Segundo a mana de Jomara, Denise do Amaral, o sentimento agora é de justiça. “O que mais me mata de vergonha é expressar que ele está solto e que zero aconteceu. Lugar de criminoso é na cárcere”, diz.
Para o jurisperito de arguição, Nelson Rezende Júnior, não havia uma vez que a decisão ser dissemelhante. “A prova está clara, aparece evidente, não se discute e é clara”, ressalta.
Marcos André Cavanellas foi sentenciado a 22 anos de reclusão pela morte da ex-esposa em Juiz de Fora
Vagner Tolendato/G1
Segunda pena
Essa é a segunda pena do réu depois que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu anular o primeiro júri, realizado em 2015 depois quatro adiamentos. Na era, o negociante foi sentenciado a dez anos de prisão.
De concórdia com a assessoria de prensa do TJMG, os desembargadores 1ª Câmara Criminal concordaram com os argumentos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) de que o júri decidiu de forma contrária às provas dos autos.
Marcos André Cavanellas chegou a ser sentenciado a 10 anos de prisão em 2015, mas júri foi anulado
Reprodução/TV Integração
Na sessão de hoje, cinco testemunhas de arguição foram ouvidas. A mana de Jomara, Denise Amaral, contou que sofreu uma tentativa de estupro do indiciado, quando a Jomara estava prenhe da segunda filha.
A defensora pública Criscel Barros da Costa Oliveira foi a responsável por realizar a resguardo de Marcos André Cavanellas Pereira.
A arguição estava ao incumbência do promotor Juvenal Martins Folly, que apresentou o recurso solicitando a anulação do primeiro julgamento.
Mulheres fazem ato contra feminicídio na porta do Fórum Benjamin Colucci antes do julgamento
Vagner Tolendato/G1
Morta na frente das filhas
O homicídio ocorreu no dia 29 de dezembro de 2009, na Rua Olegário Maciel. De concórdia com a Polícia Militar (PM), a vendedora foi esfaqueada quando chegava em lar, na frente das filhas, que na era tinham sete e dez anos.
Jomara chegou a ser socorrida no Hospital de Pronto Socorro (HPS), mas não resistiu aos ferimentos.
O motivo do delito, segundo a polícia, seria o veste de o negociante não ter concordar o pedido de separação apresentado por Jomara meses antes.
Jomara e o ex-marido, que foi condenadop a 22 anos de prisão em regime fechado
Reprodução/ TV Integração
O indiciado, que na era do homicídio tinha 40 anos, fugiu e se apresentou à Polícia Social em 4 de janeiro de 2010, prestou testemunho e não foi recluso porque havia pretérito o prazo do flagrante.
Ao longo do curso do processo, o negociante não esteve recluso em qualquer unidade do sistema prisional, de concórdia com a assessoria da Secretaria de Estado de Resguardo Social (Seds).
Porquê o caso ocorreu em 2009, não pode ser julgado pela lei do feminicídio, que é de 2015.
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