
O ex-volante Kleberson fez segmento de grandes momentos da história do Athletico e também da seleção brasileira. Mas a curso de jogador de futebol nos gramados poderia ter terminado antes mesmo da estreia no profissional, quando ainda estava nas categorias de base do PSTC.
Em entrevista no podcast Carneiro & Mafuz, do UmDois Esportes, Kleberson revelou que já estava acertando com um clube de futsal em Londrina quando surgiu a oportunidade de vir para o Athletico.
“Eu estava no PSTC em 1998 e praticamente largando o futebol de campo para jogar futsal no Grêmio Londrinense. Eu estava desistindo, mas o roupeiro do PSTC foi me buscar em Ibiporã, na mansão de uns amigos, e me disse: ‘arruma as malas que você vai viajar para Curitiba e jogar a Taça BH pelo Athletico Paranaense’”.
“Quando pisei em Curitiba, senti aquele indiferente gelado. Olhei aquele CT do Athletico e falei que era cá que ia fincar minha raiz. O Athletico me deu o que estava precisando: infraestrutura e possibilidade de disputar com jogadores com talentos muito altos”, acrescentou Kleberson.
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ToggleUnicamente um ano depois de chegar ao CT do Caju, Kleberson subiu para o profissional do Athletico. O responsável pela primeira chance foi Antônio Clemente, que trabalhou no Rubro-Preto em 1999 e ainda teve passagens por América-RJ, Madureira e Botafogo.
“Em 1999, o Athletico estava dispensando alguns jogadores, pensando no porvir. Teve um treino do pessoal que não jogou e subiu eu e o Canário, um zagueiro que também estava na base. O Clemente ficou louco quando me viu jogando e me subiu. Eu devo muito a ele, teve coragem para me colocar para jogar“, contou o ex-volante.
O Athletico começou o ano da campanha do título do Campeonato Brasílico com Mário Sérgio no comando. O treinador saiu ainda no início da competição em seguida a 10ª rodada.

Para Kleberson, Mário Sérgio criou uma vontade de lucrar em todos os jogadores.
“A porrada ‘comia solta’ nos treinos, ele abria o campo, não tinha lateral e falta. Ele conseguiu gerar uma vontade muito grande de vencer e competir. Lembro de treinos que o Alex Mineiro dava carrinho”, disse.
Outrossim, o treinador, que faleceu no acidente da Chapecoense em 2016, foi responsável por colocar Kleberson na posição que o levou até o título da Despensa do Mundo.
“O Mário Sérgio foi importante na função que comecei a desempenhar. Eu era um camisa 10 no Athletico, jogava mais próximo do gol, mas ainda jogava porquê lateral ou porquê extremo”, destacou.
“Quando ele chegou, me disse que precisava jogar pouco mais recuado pela velocidade e perceptibilidade. Isso me facilitou muito, porque o Cocito segurava muito e tinha essa liberdade. Quem jogava comigo no meio era o Adriano Gabiru, que corria o campo todo. Nós fazíamos o time oponente se desgastar muito”, acrescentou Kleberson.
Em seguida a saída de Mário Sérgio, o Athletico acertou com Geninho. O técnico foi o responsável por levantar a moral do elenco novamente e chegar ao maior título pátrio da história do clube.
“O Geninho se apresentou no grupo, falou as palavras que nós queríamos ouvir, transmitiu crédito e colocou pimenta. As coisas começaram a evoluir”, falou o ídolo rubro-negro.
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