
Familiares contaram que Caroline Germano da Silva, de 20 anos, saiu de mansão há mais de uma semana e não disse onde está. Parentes de Caroline Germano da Silva estão sem informações do paradeiro dela desde 10 de julho
Reprodução/TV Integração
A 2ª Delegacia de Polícia Social de Juiz de Fora está apurando o desaparecimento de Caroline Germano da Silva, de 20 anos, que saiu de mansão no dia 10 de julho e não deu notícias sobre o paradeiro até esta quinta-feira (19).
O mandatário responsável pelo caso, Eurico da Cunha Neto, está verificando se houve violação ou não e, para isso, deve ouvir depoimentos nos próximos dias.
Em entrevista ao MGTV, a mãe e o irmão da jovem pediram para não serem identificados, por não saberem o motivo que levou a jovem a trespassar de mansão. A mãe contou que a pequena sempre foi muito reservada, mas é a primeira vez que não sabe o paradeiro dela.
“Nunca saiu sem avisar. Se fosse na mansão de qualquer parente, sempre falava”, afirmou.
De conformidade com informações dos familiares, ela manteve contato com duas pessoas, que ainda não identificadas, antes de sumir.
“A prima chegou a adicioná-lo no Facebook, mas ele a bloqueou. Ela achou estranho e mandou a foto para a Polícia. Aí descobriram que o perfil era falso. Ele deu o endereço que morava em São Paulo, mas era falso. O outro sumiu também, não tem informação nenhuma”, narrou a mãe.
Um outro companheiro da jovem contou aos parentes que, dois dias depois do desaparecimento, ela teria viajado para Uberlândia e que mandou para ele o comprovante da passagem do ônibus.
Camarada enviou para familiares imagem que indicaria que Caroline Germano da Silva comprou passagem para Uberlândia
Reprodução/TV Integração
Os familiares logo procuraram a Polícia Social, que solicitou as imagens do volta interno da rodoviária, mas o monitoramento mostrou que a jovem não desembarcou na cidade do Triângulo Mineiro.
O rastreamento do celular dela indicou localização em uma estrada que liga Minas Gerais a Goiás (GO).
O irmão mais novo disse que mantém contato com ela por meio de um aplicativo de mensagens, mas que ainda não conseguiu informações sobre o paradeiro.
“Eu perguntei onde e com quem ela está, mas ela não responde. Às vezes, nem visualiza. Sempre (diz que) vai fazer alguma coisa, que vai dormir ou trespassar pra qualquer lugar. Nunca fica direto. Parece que é a ultima vez que ela está falando comigo, a última vez que vai entrar em contato”, comentou.
Quem tiver informações que ajudem na investigação pode repassar, de forma anônima, pelo telefone da PM, 190, ou pelo Disque-Denúncia Unificado (DDU), 181.
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